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Mídias Sociais e WhatsApp para Clínicas: o que pode e o que não pode?

As redes sociais, e os meios de comunicação através da internet tomam conta da sociedade, atualmente. Por conta disso, muitos pacientes preferem entrar em contato com o médico ou com a clínica por meio das mídias sociais, do que por telefone.

Sendo assim, muitos profissionais da saúde têm receio de explorar esse universo online para se comunicar com os pacientes por conta das regras do CFM (Conselho Federal de Medicina). Tendo em vista que esses canais são uma estratégia fortíssima de fidelização de clientes, cessaremos algumas dúvidas sobre o que é permitido e o que não é, em relação a:

Redes Sociais

O que pode?

  • Criar uma página do consultório no Facebook, isso passa mais credibilidade, e separa a vida pessoal da profissional;
  • Publicar dicas para uma vida mais saudável para seus pacientes e potenciais pacientes;
  • Explicar tipos de doenças e termos mais complexos;
  • Contar novidades da área;
  • Divulgar quais serviços a clínica oferece, mas sem divulgar preços e vantagens;
  • Explicar o funcionamento geral de alguns tratamentos mais simples, entre outros.

O que não pode?

  • Publicar entrevistas, comunicações, publicação de artigos e informações ao público com o objetivo de comercializar seus serviços ou se autopromover;
  • Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo sem embasamento científico;
  • Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa ou a distância;
  • Expor seus pacientes para divulgar técnicas, método ou resultados de tratamento, mesmo que ele tenha autorizado, entre outros.

WhatsApp

No último parecer CFM nº14/2017 o próprio texto aconselha o seguinte: “Está claro que o médico pode receber mensagens no WhatsApp e responder, como sempre o fez, atendendo telefonemas de pais aflitos com seu pequeno filho cuja febre não baixava e precisava ouvir seu pediatra com as orientações seguras e tranquilizadoras. Todos os regramentos dizem respeito a não substituir as consultas presenciais e aquelas para complementação diagnóstica ou evolutiva pela troca de informações à distância”.

O que pode?

  • Quando se tratar de pacientes já recebendo assistência, a comunicação é permitida para tirar dúvidas, passar orientações ou, até mesmo, fazer intervenções de caráter emergencial;
  • Tirar dúvidas simples sobre receitas e resultados de exames já atendidos no consultório, entre outros.

O que não pode?

  • Fazer diagnósticos com substituição da consulta presencial;
  • Prescrever medicamentos;
  • Assuntos médicos sigilosos não podem ser compartilhados em grupos de amigos, mesmo que composto apenas por médico, entre outros.

Nós, da MedConsulting, visando auxiliar os médicos sobre essas questões do mundo online, disponibilizamos o nosso serviço de Marketing Médico, uma ferramenta fundamental para destacar e valorizar os seus serviços.

Sendo assim, ajudamos a definir público-alvo, demonstrar autoridade no assunto, estar nas redes sociais, criar uma rede de indicações com pacientes e colegas e ter uma agenda acessível e organizada. Entre em contato e cresça junto conosco!



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